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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Serviços

Ver em: O OBERVATÓRIO DA IMIGRAÇÃO

O Observatório da Imigração, unidade informal criada no âmbito do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, visa os seguintes objectivos:

a) Reunir, tratar e disponibilizar o acervo de informação disponível, a cada momento, sobre a problemática geral da imigração no nosso país e, nas vertentes que com ela se intersectam, no mundo.

b) Fomentar a recolha de dados ou de informações complementares que não se encontrem directamente acessíveis em fontes primárias.

c) Desenvolver dossiês, estudos e investigações, em colaboração com instituições científicas e académicas competentes na matéria, que se reputem relevantes para fundamentar, orientar e melhorar as políticas públicas com incidência na problemática da imigração.

d) Editar e difundir publicações resultantes da sua actividade, ou de outra origem, com interesse para o alargamento da esfera de saberes sobre a temática do Observatório.

e) Promover seminários, colóquios, debates e outras actividades tendentes ao melhor conhecimento dos fenómenos associados a movimentos de população que têm como destino Portugal e visando a formação de agentes com intervenção na problemática.

f) Assegurar a ligação do ACIDI com outras instituições congéneres nacionais e estrangeiras, designadamente estruturas de observação, de recolha de dados, de investigação e de análise sistemática dos movimentos de pessoas em Portugal, na Europa e no Mundo.


Ver mais em: Observatório da Imigração

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Maioria dos imigrantes oriundos de fora da UE.

Maioria dos imigrantes oriundos de fora da UE.

Portugal destaca-se como um dos países com maior percentagem - 84% - de imigração de fora da região europeia.


CARLA MARINA MENDES:
Cmendes@destak.pt
Em 2004 e, mais tarde, em 2007, temeu-se o pior, mas a esperada invasão dos mais antigos Estados membros da União Europeia (UE) por cidadãos dos países recém chegados ao bloco europeu não aconteceu. Segundo um relatório da Comissão Europeia, divulgado ontem, em quatro anos, o número de trabalhadores dos novos países da UE que agora vivem nos 15 mais 'velhos' apenas aumentou 0,2%.
O que é, diz Bruxelas, uma pena, já que a abertura à Mão de obra de outras nações pode ser benéfica.
Ainda de acordo com o mesmo estudo, em 2006, foram cerca de três os milhões de imigrantes estrangeiros que se instalaram na UE, divididos em dois grupos: os oriundos de Estados membros (1,2 milhões de pessoas) e os provenientes de países terceiros (1,8 milhões).
No mesmo ano, a maioria (60%) dos imigrantes na UE eram de fora do bloco euro¬peu, com Portugal a ser um dos países que regista a maior percentagem deste ti¬po de imigração (84% dos 27 700 contabilizados), atrás da Eslovénia, com1 imigrantes oriundos de fora da UE, e da Roménia e à frente da REPÚBLICA CHECA (83%). ®