Maioria dos imigrantes oriundos de fora da UE.
Portugal destaca-se como um dos países com maior percentagem - 84% - de imigração de fora da região europeia.
CARLA MARINA MENDES:
Cmendes@destak.pt
Em 2004 e, mais tarde, em 2007, temeu-se o pior, mas a esperada invasão dos mais antigos Estados membros da União Europeia (UE) por cidadãos dos países recém chegados ao bloco europeu não aconteceu. Segundo um relatório da Comissão Europeia, divulgado ontem, em quatro anos, o número de trabalhadores dos novos países da UE que agora vivem nos 15 mais 'velhos' apenas aumentou 0,2%.
O que é, diz Bruxelas, uma pena, já que a abertura à Mão de obra de outras nações pode ser benéfica.
Ainda de acordo com o mesmo estudo, em 2006, foram cerca de três os milhões de imigrantes estrangeiros que se instalaram na UE, divididos em dois grupos: os oriundos de Estados membros (1,2 milhões de pessoas) e os provenientes de países terceiros (1,8 milhões).
No mesmo ano, a maioria (60%) dos imigrantes na UE eram de fora do bloco euro¬peu, com Portugal a ser um dos países que regista a maior percentagem deste ti¬po de imigração (84% dos 27 700 contabilizados), atrás da Eslovénia, com1 imigrantes oriundos de fora da UE, e da Roménia e à frente da REPÚBLICA CHECA (83%). ®
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Mulheres trabalham mais 53 dias
Mulheres trabalham mais 53 dias para ganhar o mesmo que os homens.
Alei existe há 30 anos, prevê uma igualdade de remuneração entre homens e mulheres, mas, segundo o Parlamento Europeu (PE), a legislação não tem passado do papel, o que levou aquele organismo a pedir a Comissão Europeia que,até ao fim de 2009, apresente uma proposta legislativa sobre a revisão da lei. É que, na UE, as mulheres ganham em média, menos 15% do que os homens, com a diferença chegar aos 25%, no sector privado. Disparidade que, segundo o relatório do PE, «nada indica que venha a baixar significativamente». Contas feitas, «uma mulher tem de trabalhar até 22 de Fevereiro, (ou seja, 418 dias de calendário) para ganhar o mesmo que um homem num ano». Mas há mais. As mulheres são ainda penalizadas quando se conta o tempo de serviço para calcular o vencimento, já que são forçadas a interromper a sua carreira por factores externos (como a maternidade.)
Os Euro Deputados do PSD, dizem que a diferença entre os anos 2005 e 2006, os salários entre eles e elas aumentou 8,9%.
Alei existe há 30 anos, prevê uma igualdade de remuneração entre homens e mulheres, mas, segundo o Parlamento Europeu (PE), a legislação não tem passado do papel, o que levou aquele organismo a pedir a Comissão Europeia que,até ao fim de 2009, apresente uma proposta legislativa sobre a revisão da lei. É que, na UE, as mulheres ganham em média, menos 15% do que os homens, com a diferença chegar aos 25%, no sector privado. Disparidade que, segundo o relatório do PE, «nada indica que venha a baixar significativamente». Contas feitas, «uma mulher tem de trabalhar até 22 de Fevereiro, (ou seja, 418 dias de calendário) para ganhar o mesmo que um homem num ano». Mas há mais. As mulheres são ainda penalizadas quando se conta o tempo de serviço para calcular o vencimento, já que são forçadas a interromper a sua carreira por factores externos (como a maternidade.)
Os Euro Deputados do PSD, dizem que a diferença entre os anos 2005 e 2006, os salários entre eles e elas aumentou 8,9%.
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