sábado, 20 de fevereiro de 2010

Microcrédito


Nos anos que antecederam a criação do Grameen Bank, entre 1974 a 1976, Yunus começou por colocar em marcha o projecto agrícola experimental da “partilha tripardida”, mas, cedo, ele se apercebe da utopia dessa solução e vira-se para os mais pobres dos pobres. Com seu próprio dinheiro e a ajuda de seus alunos, o professor Yunus iniciou um trabalho de concessão de empréstimos a uma parcela daquela população pobre, concedendo US$27,00 por grupo de pessoas.

Ao provar que os pobres são merecedores de crédito, no sentido de confiança e recursos financeiros, e que pagam seus pequenos empréstimos destinados a actividades reprodutivas, o professor Yunus conseguiu financiamentos e doações junto ao bancos privados e internacionais para criar o Banco Grameen.
Com o passar do tempo, obteve ajuda de bancos e instituições privadas, criando, em 1978, o Grameen Bank e o modelo actual de microcrédito, definido como financiamento aos micros produtores via grupos solidários que prestam garantia mútua, dispensando a garantia tradicional dos bancos.

O crédito é evolutivo, podendo iniciar com US$10,00. Porém, a média de empréstimo é de US$100,00. As mulheres representam 96% dos clientes do Banco. Doze milhões de cidadãos de Bangladesh já foram atendidos pelos programas do Grameen.

O microcrédito diversificou-se, abrindo linhas de crédito à habitação, produtos de poupança, seguros de saúde e crédito para a aquisição de equipamentos de energia solar e telemóveis. Começaram a nascer novas empresas no universo do Grameen Bank, vocacionadas para as pescas, a indústria têxtil, as telecomunicações, as energias renováveis e a internet.
VER:
http://microcredito.wordpress.com class=”textterra”> microcredito.wordpress.com
microcredito.com.pt/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Serviços

Ver em: O OBERVATÓRIO DA IMIGRAÇÃO

O Observatório da Imigração, unidade informal criada no âmbito do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, visa os seguintes objectivos:

a) Reunir, tratar e disponibilizar o acervo de informação disponível, a cada momento, sobre a problemática geral da imigração no nosso país e, nas vertentes que com ela se intersectam, no mundo.

b) Fomentar a recolha de dados ou de informações complementares que não se encontrem directamente acessíveis em fontes primárias.

c) Desenvolver dossiês, estudos e investigações, em colaboração com instituições científicas e académicas competentes na matéria, que se reputem relevantes para fundamentar, orientar e melhorar as políticas públicas com incidência na problemática da imigração.

d) Editar e difundir publicações resultantes da sua actividade, ou de outra origem, com interesse para o alargamento da esfera de saberes sobre a temática do Observatório.

e) Promover seminários, colóquios, debates e outras actividades tendentes ao melhor conhecimento dos fenómenos associados a movimentos de população que têm como destino Portugal e visando a formação de agentes com intervenção na problemática.

f) Assegurar a ligação do ACIDI com outras instituições congéneres nacionais e estrangeiras, designadamente estruturas de observação, de recolha de dados, de investigação e de análise sistemática dos movimentos de pessoas em Portugal, na Europa e no Mundo.


Ver mais em: Observatório da Imigração

Consulado-geral do Brasil em Lisboa



Consulado-geral do Brasil em Lisboa



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

casa do Brasil Santarém


Brasil e Portugal

Brasil & Portugal
O menu Brasil & Portugal tem por objetivo prestar algumas informações genéricas para quem se interessa e/ou necessita conhecer melhor este dois países.
Conhecer um pouco da história, da geografia, da cultura, da gastronomia, mostrar fotos dos lugares mais conhecidos, informar quais os motores de busca (site de pesquisa) mais utilizados, tornando assim menos misterioso o novo país a conhecer.
Ver menú em: Casa do Brasil

Legalizados 15 mil cidadãos brasileiros em Portugal




A Casa do Brasil desmentiu, esta quarta feira, que 53 mil cidadãos brasileiros tenham sido legalizados em Portugal.
Segundo Carlos Viana, vice-presidente da Casa do Brasil, em declarações à Lusa, foram legalizados «cerca de 15 mil cidadãos brasileiros em Portugal e não 53 mil».
Em comunicado, a Casa do Brasil lamentou as «notícias sensacionalistas e tendenciosas» de alguns meios de comunicação, divulgadas na sequência da publicação do relatório Imigração, Fronteiras e Asilo, segunda-feira, pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
Ver mais em: TVI 24

Trabajo social con inmigrantes en Estados Unidos




Trabajo social con inmigrantes en Estados Unidos
deja de lado aspecto cultural
Chicago, 1 Oct (Notimex).- El trabajo social en Estados Unidos con la comunidad inmigrante deja de lado el ámbito cultural y se realiza de manera individual, por lo que invade el terreno del sicólogo, consideraron hoy aquí especialistas mexicanos.
Los expertos mexicanos consideraron que la falta de vinculación cultural entre especialistas estadunidenses dificulta los buenos resultados con la comunidad inmigrante.
Laura Ortega, secretaria académica de la Escuela Nacional de Trabajo Social de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), explicó -en entrevista con Notimex- que otro problema detectado en este país es la escasez de trabajadores sociales bilingues y biculturales.
Ortega y otros cinco trabajadores sociales mexicanos de la Ciudad de México, Durango y Jalisco, realizaron una visita de 15 días a esta ciudad como parte de un programa de intercambio interactuando con la comunidad inmigrante y colegas estadunidenses.
La especialista apuntó que el desconocimiento de la cultura del inmigrante mexicano impide a los trabajadores sociales estadunidenses entender su proceso de adaptación, que pasa por discriminaciones, estrés y depresiones.
"Los inmigrantes requieren que se les ayude a entender leyes, principios y normas de esta nación. Es más importante este proceso de educación por parte de los trabajadores sociales", enfatizó.
Mencionó como ejemplo simple y cotidiano la costumbre de los habitantes del Distrito Federal de atravesarse las calles a mitad de las mismas, que intentan repetir cuando llegan a Estados Unidos.
Ver mais em. Trabalho social E.U.A.